у меня есть идея для съёмки и мне нужна модель на весь день - будем ездить по городу и снимать. лучше девочка, форма одежды московская, т.е. побольше чёрного и практичного. ничего сверхестественного не нужно, просто время и желание провести время в моей компании. с меня кофе-плюшки и фотографии.
я сейчас разболелась довольно сильно и скорее всего до конца недели в себя не приду. так что если кто то желает, со мной можно договориться на следующее воскресение.
Estou aqui, mas estou lá. À espera do fim de semana. Ainda por cima, agora (re)começou a chover.
Fotografias de livros a serem lidos. Já agora esta, que recuperei para ícone, com a tag 'ghost'. É já uma foto antiga, tirada naquees dias medonhos de Setembro.
Ministério - organismo do governo Cultura - aquilo que um povo sabe sobre sí mesmo
Cortar
v. t. Dividir com instrumento de gume. Separar de um todo, a golpes de instrumento de gume (outra parte do mesmo todo): cortar uma arvore; cortar um ramo; cortar um braço. (Em alguns casos, a serra substitue êsse instrumento) Talhar (fato). Interceptar: cortar a água da rega. Atormentar: desgraças que cortam o coração. Talhar ou dividir em duas ou mais partes (um baralho de cartas). Intercalar. Fender. Obstruir. Cortar a palavra, interromper, impedir que outrem continue a falar. Cortar as asas a alguém, impedir-lhe a acção. V. i. Dar golpe. Fazer eliminação ou deminuição: cortar nas despesas. Fazer caminho: cortou á direita. Marn. Gretar. Cortar direito, proceder rectamente. Cortar na casaca, dizer mal, murmurar. Cortar largo, dissipar. V. p. Gír. Roubar alguma coisa. (Lat. cortare)
A meu ver, a ultima definição aplica-se dado que o que está a ser retirado (e não é aos piratas visto que estes para todos os efeitos são uma entidade abstracta e pessimamente definida, mas sim ao povo português), é um DIREITO.
O direito de aceder com liberdade à maior rede de informação jamais criada.
Eu começaria, por sugerir ao governo, que desligue a FCCN, até porque é coisa bastante simples de fazer, dado que o quadro geral da electricidade se encontra (ainda por cima aberto) na recepção. Ou pelo menos estava, da ultima vez que lá fui. Admito que já foi há uns anos, e que na altura, só a integridade me fez resistir à tentação de o desligar, dado o tempo de espera a que fui submetido para resolver um problema básico.
Mas se o governo for em frente e desligar a FCCN acabam todos estes problemas de pirataria.
Sim, porque os outros sites, os que não são portugueses, que fazem partilha de ficheiros, contra esses nada pode a lei portuguesa. Ou pode?
Ou vamos desligar também as ligações internacionais? Sim desliguem todos os proxys nos fornecedores de internet, é a única forma.
E já agora, como os conteúdos passam primeiro por esses proxys, e lá são armazenados, não são os fornecedores de internet os principais piratas de portugal? E ainda por cima, não são eles quem ganha mais dinheiro com os downloads? As campanhas publicitárias falam por mim.
Portugal ainda não percebeu que a liberdade de expressão começa com a liberdade de acesso à informação.
Sim, mas é só aos piratas que vamos cortar o acesso, não é? Claro, que sim. A minha avó de 90 anos, que não tem leitor de mp3 e nunca usou a internet, está safa.
Mas temos que ser correctos, e começar por cima. Para acabar com a currupção investiguemos todas as embaixadas, todas as polícias e todos os ministérios em busca dos tais piratas. Passemos depois a todas as empresas e escolas. Entremos em todos os computadores de todos os portugueses, em busca de mp3, até que sejam encontrados os malditos piratas. E depois passemos às feiras para descobrir quantos ciganos são piratas. E depois, claro, teremos que provar, que aqueles ficheiros são efectivamente ilegais, que não vieram no ipod que o cigano comprou ao vizinho, etc.
E quando todo este trabalho estiver feito passemos a pente fino todos os casamentos em busca de difusão ilegal e de convites em forma de CD.
E depois analisem-se todos as ofertas de cd's em jornais e revistas, e todos os CD's dos hipermercados.
E não esqueçamos os ficheiros .wma .ogg .flac e todas a inumeras conversões possíveis e todas as formas de encriptação imaginárias que por aí possam existir.
Eu saúdo desde ja o esforço estóico dos investigadores.
E para relaxar de todo este trabalho, aconselho-os a ouvir musica em Linux, usando o Rhythmbox, como eu faço. Porquê? Porque tem duas excelentes editoras, a Magnatunes e a Jamendo, que não pedem nada pelas músicas dos novos valores e mesmo assim fazem mais dinheiros que as editoras tradicionais.
Então e os outros, os do mainstream? É pá esses é simples, oiçam por streaming, que não enchem o disco. O streaming não é P2P.
Então... mas continua a ser um download... Sim, mas TUDO na internet é um download. A menos que seja um upload.
Vou voltar ao nosso artista pimba. Eu não queria, ele até é simpático, e compreendo que esteja sentido com os emigrantes, porque é mais fácil a um emigrante em França "sacar" uma música dele do que encontrar o disco à venda na loja de discos da esquina. Aliás, a loja de discos chama-se loja de CD's. Aliás, a loja de CD's já não existe. O que existe é o site da FNAC ou da AMAZON. Conhecem mais alguns? Eu não. Sei que existem, mas não os conheço. Nunca lá fui.
E quem é que protegeu os interesses dos pequenos comerciantes de todas as lojas de discos que existiam no meu tempo de liceu?
Ninguém.
Mas quando é necessário proteger os grandes, criam-se leis. Não interessa o número. O que interessa é o poder.
Dizia ele, o nosso amigo artista pimba, que os novos valores vão deixar de existir porque a indústria discográfica está na ruína.
Nunca, durante todo o tempo em que existi, vi maior proliferação de novos valores em Portugal como aquela que vejo agora, a começar pela proliferação televisiva e a acabar na publicação digital.
O grande problema da indústria discográfica é a alteração do suporte. Primeiro era cera, depois vinil, depois o plástico dos CD's.
Se as pessoas já não compram CD's (e compram), é porque as pessoas não querem CD's. Ocupam espaço, estragam-se com o tempo, riscam-se, ficam esquecidos na prateleira.
Vivemos no tempo do ipod e da proliferação digital. Mas há uma coisa que sempre me intrigou: se eu comprar um copo posso empresta-lo a alguém para beber também água. Mas se empresto um disco já não. O disco só pode ser ouvido por mim, que sou o detentor legal deste. A difusão não é permitida. Só posso ouvir o disco em completa solidão ou estou a agir contra a lei porque a partir do momento em que meto a música alto, e o vizinho começa a bater com a vassoura estou a difundir música, o que do ponto de vista legal significa que estou a cometer um crime.
Portanto, cá em casa, quando eu quero ouvir música, toda a gente mete algodão nos ouvidos, incluindo os meus filhos. E isolei o meu quarto com papelão e caixas de ovos, para não ir contra a lei.
No entanto, mesmo assim, o meu cão ouve a música, e às vezes penso na sorte que os cães, as formigas e os pássaros têm.
Sendo a música uma questão essencialmente cultural, dou por mim a questionar-me sobre o ponto de vista económico. A competitividade: na china, onde não há leis de direitos de autor como as conhecemos aqui, toda a gente pode ouvir música. E não apenas música. Estaremos a ser competitivos?
Mas cá, o estado protege as editoras. Somos muito correctos quando veneramos o poder da elite.
Não sou grande apreciador de música pimba, e para os devidos efeitos queiram desculpar o meu desconhecimento em relação aos autores, mas não pude deixar de ouvir as lamentações na RTP no programa da manhã de ontem de um conhecido artista português, muito ligado aos nossos emigrantes. Queixava-se ele, que não havia dinheiro. E que a culpa era da pirataria. E que não havia vontade política para resolver o problema que "se eles quisessem podia ser resolvido de uma forma tão simples". Foi comovente, ele quase chorou, porque as coitadinhas das editoras discográficas deste país não tinham dinheiro por causa dos piratas, e qualquer dia não havia novos valores em Portugal.
Isto, das duas uma, ou o referido artista é um testa de ferro das editoras, ou então revela uma profunda falta de interesse em saber de onde lhe vem a real fonte de rendimentos.
Sou amigo de muitos músicos, e todos me dizem que não é a vender discos, muito menos com editoras que ganham o pão. O dinheiro segundo eles, vem dos concertos. Os discos servem essencialmente como ferramenta de divulgação, e para dar dinheiro às editoras. Ora até aqui, não haveria grande problema porque há num fundo um troca: os músicos dão musica, as editoras dão propaganda. O problema surge quando há passagem dos direitos dos autores para as editoras: os trabalhos editados não são propriedade dos músicos são propriedade das editoras. E a compensação que é dada aos músicos, é mínima.
Mas o verdadeiro problema tem a ver com a completa inadaptação da industria discográfica portuguesa à evolução sócio-tecnológica dos últimos anos. Esta inadaptação gera incrivelmente uma enorme fonte de negócio para advogados. E gera uma coisa ainda pior: o medo.
O medo, em geral, em quase todos os campos excepto talvez no militar (e mesmo neste), provém de quase sempre da imaginação. Não é do som da trovão que temos medo, mas sim da incerteza de onde o raio vai cair, e de poder cair sobre as nossas cabeças, quando na prática, quando ouvimos o som, já o raio caiu.
Embora o direito, tal como a religião andem a reboque da sociedade e da vontade política conjuntural, é essencial, para essa mesma sociedade que se compreenda a natureza das motivações, que se estimule o debate público dos problemas, e o debate político das ideias e soluções, e essencialmente que se entenda a base das matérias que são legisladas antes de se propor alterações ao código que as regula.
Mas em Portugal ainda ninguém percebeu muito bem o que é a internet e muito menos como é que ela funciona.
O pior é que a World Wide Web, que nasceu no CERN, um dos mais importantes repositórios de investigação do conhecimento, foi criada desde a origem como um espaço de liberdade e de partilha, mas agora, alguns entendem, que a liberdade deve ser propriedade apenas de alguns.
Estamos num país em que 80% ou mais dos computadores correm versões piratas do windows, e em que a maioria das pessoas raramente tem dinheiro para ir ao cinema ou para comprar dvd's. Mas o problema mais grave, nem sequer é esse, é a falta de informação, que começa pelo mais básico: a existência ou disponibilidade de ferramentas para a formação de um espírito crítico ou para o desenvolvimento da criatividade, porque não há vontade politica para estimular esse desenvolvimento. E depois há a constante queixa da nossa falta de produtividade. Como é que podemos ser produtivos sem o básico? Eu por exemplo, quando estive na universidade, a primeira coisa com que me deparei quando lá cheguei, foi com uma lista de livros recomendados para cada cadeira. Para começar, fui procurar traduções, visto que alguns deles estavam em Alemão. Não existiam. Não há traduções. Mas também não havia originais em lado nenhum. Fui à biblioteca da Universidade Nova e pedi um dos livros. E a senhora respondeu-me que o livro já estava emprestado e que só seria devolvido muito tempo depois. Perguntei se não havia mais cópias, ao que ela respondeu que não. Lembro-me que na altura, a minha mãe estava em Espanha e lhe pedi para verificar se o livro existia ali, à venda na versão original, e se mo podia comprar. E para espanto meu, quando ela chegou, trazia o livro, e estava traduzido em castelhano. Ainda o tenho aqui e estou com ele na mão. Os espanhóis traduzem as ferramentas básicas.
Agora multiplique-se este problema por uma lista bibliográfica enorme. E por uma quantidade enorme de cursos nas universidades portuguesas. A única solução na altura que nós alunos tinha-mos era tirar fotocópias. E esta é uma forma de pirataria. E esta pirataria é praticada por todas as universidades em Portugal, não tenho conhecimento de nenhuma Universidade neste país que possua todo o conteúdo bibliográfico de interesse para os temas que são ministrados nas aulas. Mas tenho conhecimento dos milhares de alunos que não tinham dinheiro para tirar as fotocópias do texto que também ele era uma fotocópia, que o professor tinha entregue para análise em casa.
Já está. 4 litros de preparado de baunilha a refrescar no frigorifico. Agora dormir um pouco para daqui a bocado começar a dieta líquida forçada que me vai limpar a "alma" nas próximas 24h. Agarrem-se bem que os sonhos vão ser atribulados. Boa noite.
Devia ter uns nove ou dez anos quando aprendi a jogar xadrez. Ou, pelo menos, a movimentar as peças. Quem me ensinou os movimentos foi, tanto quanto me lembro, um daqueles jovens militares que passavam por casa dos meus pais, em Nampula, a caminho ou de regresso das missões de combate durante a guerra colonial. E num tabuleiro miniatural, de viagem, que eu tinha recebido de oferta, e que ainda deve existir na casa dos meus pais, com a caixa de plástico partida e, muito provavelmente, incompleto.
Com dez anos entrei para o primeiro ano do ciclo. Foi ainda antes do 25 de Abril, e o ciclo preparatório estava dividido: o dos rapazes era na escola comercial e industrial (Neutel de Abreu, já agora) e o das meninas no liceu. A escola (a escola técnica, como a chamávamos) tinha um núcleo bastante activo da Mocidade Portuguesa, com karting, acampamentos, aeromodelismo, entre muitas outras coisas, mas eu, a única actividade que fui autorizado a praticar, foi o grupo de xadrez, que funcionava aos sábados, na sala de trabalhos manuais. Esses dois anos do ciclo preparatório, pelo menos até o 25 de Abril me ter apanhado no último período do segundo ano, foram o meu apogeu enquanto xadrezista.
Guardo, desse tempo, uma meia dúzia, se tanto, de livros de xadrez, nomeadamente um acho que da autoria de João Cordovil sobre o célebre match que opôs o Bobby Fischer ao Boris Spassky. Já agora, a minha carreira de jogador de xadrez coincidiu com a de ladrão, uma vez que alguns desses livros foram roubados na Livraria Villares. Mas apenas pelo prazer de roubar a meias com um amigo, já que a minha mãe me comprava os livros todos que eu quisesse.
Lembro-me de que participei num torneio, onde fui acompanhado pelo Tó Esteves, outro dos tropas que paravam lá por casa, e cuja primeira jornada serviu para inaugurar as novas instalações de um stand de automóveis. Contra todas as expectativas, e contra um adversário mais velho, com fama de bom jogador, e que momentos antes da partida me tentava desmoralizar debitando nomes de jogadas famosas, ganhei a eliminatória. Na segunda ronda, disputada nas instalações do Clube Niassa, e perante um adversário que achei fácil, perdi. Acho que foram as minhas primeiras lições em concentração através da ansiedade, por um lado, e em excesso de confiança, por outro.
Depois disto só voltei a jogar xadrez, en passant, nas três ou quatro semanas em que frequentei o liceu da Amadora, tinha 15 anos, ainda jogava razoavelmente, e depois quando já andava na faculdade, no segundo ano. Durante uns anos viveu em casa dos meus pais um rapaz de fora que veio para Coimbra estudar engenharia, e que em certa ocasião me pediu para lhe ensinar a jogar. Chamava-se Bravo. Ensinei-lhe os movimentos das peças e começámos a disputar umas partidas. Em muito pouco tempo não só deixei de lhe conseguir vencer, como era sistematicamente derrotado e sempre de forma cada vez mais implacável e eficaz. Fiquei tão chocado com a forma como ele me cilindrou, e pelo que isso significava quanto à sua capacidade de jogar e quanto à minha total inabilidade, que acho que nunca mais disputei uma partida na minha vida. Excepto com um jogo de computador, ainda no tempo dos pc’s 286 e 386 da IBM, que tinha um nível que era tão fácil tão fácil que até eu era capaz de vencer.
Lembrei-me disto a propósito do livro do Arturo Pérez-Reverte que estou a ler, A Tábua de Flandres. De repente dei por mim a olhar para as quadrículas que representam graficamente o tabuleiro, a estudar a posição das peças e a analisar os movimentos possíveis, passados e futuros. E a ter vontade de ver novamente um tabuleiro verdadeiro, físico, e de tocar as peças e de as dispor e de as movimentar. Só mesmo a literatura seria capaz de me fazer voltar a ter vontade de jogar, a experimentar o frémito de tensão e concentração que se sente durante uma partida de xadrez.
по моим ощущениям, часто самая большая проблема в отношениях это такое пространство в котором два человека могут выражать свои болезненные чувства не травмируя друг друга при этом. ещё сложнее обсуждать это, потому что внутри отрабатывает какое то чувства непринятия сразу не веря ни в какие компромиссы. всё наровит перегнуться в личную оценку другого, и дальше бегать как белка в колесе по маршруту кому хужее, порой останавливаясь и поднимая лапы кверху со словами - мне почти всё равно.
интересно кстати было бы почитать исследования в этой области, по каким причинам люди расстаются с друг другом. посмотреть на срез так сказать.
Para aqueles que como eu usam tantos serviços do google que depois não sabem que informação lá está, ou para aqueles que estão preocupados com a privacidade e não sabem o que o google guarda sobre nós, existe uma solução tremendamente simples, o google dashboard.
Toda a info que temos no google num unico local :-)
я решила немножко подтянуть наши фотопрогулочные сборы и уговариваю наташу прочитать лекцию о сюзан зонтаг (википедия), мы пока что зависли на обсуждании деталей, но думаю что акцент будет на обсуждении книги on photography, которая до сих пор не переведена на русский язык...я надеюсь что через пару недель у нас получится.
а я могу через какое то время рассказать про льва кулешова (википедия), примерно обрисовать положение русского кинематографа в 20-е годы и описать некоторые поворотные моменты в кинопроизводстве на примере кулешова и эйзенштейна.
читаю пелевина о толстом и доскоевском, а думаю о бродском
дай им цену за которую любили, чтоб за ту же и оплакивали цену
в магазине на витринах мне мерещился клубничный бульон и шоколад бездушный. взяла работу на дом, оделась в два свитера, развожу в чае полукруглые дольки витамина ц почему всё как то не так?
Всего автор выставил серию из 4 работ, каждая из которых заслуживает внимания: это нежные, тонкие, таинственные фотографии. Приз: Карта памяти SanDisk Extreme IV CF 4GB
2. Мы (я и премногоуважаемое жюри) с огромным трудом выбрали фотографию, которой достается второй приз. Вот она:
На наш взгляд в ней наиболее полно раскрыта тема конкурса и передан дух сообщества в целом. Ура! Кстати, в журнале у wwwest много замечательных фотографий, хотя и не все они позитивны :) Заходите посмотреть. Приз: Карта памяти SanDisk Extreme III CF 8GB
Просьба к победителям связаться со мной, я расскажу, где и как можно забрать призы.
Мне искренне хочется поблагодарить каждого участника: за то, что не поленились, не побоялись показать свои теплые моменты, поделились чем-то ярким, добрым, что особенно ценно в ноябрьскую непогоду! Радостно делать что-то и получать отклик, реакцию, причем во много раз превосходящую все ожидания! И мне еще раз хочется сказать спасибо SanDisk'у и маркетинговому агентству MMD: без них ничего не получилось бы, и дело даже не в призах, а в волшебном пендале: ведь именно они сподвигли меня реанимировать сообщество и провести конкурс! Который, очевидно, был не последний :-)
PS1: Здесь же по горячим следам хочется получить обратную связь! И в первую очередь - по нашим ошибкам! Про сложности с голосованием мы уяснили, про количество работ от одного участника - тоже. Что еще было неудобно, какие есть пожелания, предложения?
PS2: Предлагаю задуматься о теме следующего конкурса!
СПАСИБО! Ваш Редактор и Рулевой Олег Яковлев photofreedom
UPD Господа! Мы принимаем вашу критику. Как я и писал, конкурс первый: очевидно, не без накладок. Фотография, набравшая большинство голосов, была снята с конкурса, т.к. не соответствует тематике. Мы должны были ее снять сразу. Мы признаем свои ошибки. Вносите ваши предложения о том, какими правилами должны руководствоваться подобные конкурсы. Спасибо!
A propósito do blog do David Byrne, de que falei aqui ontem, e seguindo os links do seu website, fui parar, como acontece muitas vezes, ao Brian Eno. Já não sei bem porquê, mas lembrei-me de procurar no YouTube uma gravação que o Brian Eno fez, na fase imediata pós-Roxy Music, de uma canção que tem vários títulos, Mbube, o título original sul-africano, Wimoweh, o título da versão norte-americana, e, na versão mais pop, The Lion Sleeps Tonight. Dizem as más línguas que o Brian Eno gravou a canção porque precisava desesperadamente de um hit, para equilibrar as finanças lá de casa. Vá savoir. As versões do título canção não são exactamente coincidentes, uma vez que Mbube é mais fiel ao original sul-africano, Wimoweh se refere à versão tal como foi acolhida inicialmente pela folk norte-americana, nomeadamente pelo Pete Seeger.
O ponto é que encontrei um canal do YouTube (segue o link: youtube.com/user/FLORENCOM ), e um correspondente site na net (segue o link: http://florencom.es/), só com versões desta canção, desde o original que Solomon Linda gravou, nos anos 30, com os seus Evening Birds, um grupo de harmonias vocais, um estilo que os Ladysmith Black Mambazo viriam a popularizar sobretudo depois de terem participado, com muito sucesso, no álbum Graceland, do Paul Simon. O site identifica perto de 200 versões, e apresenta-as todas em clips produzidos pelo seu autor. Não as contei, mas suponho que os Ladysmith BM e a Miriam Makeba são os vencedores do número de versões que interpretaram, mas também não admira, estão entre os maiores divulgadores da música africana. Seria fastidioso enumerar aqui os músicos presentes, mas há versões que vão de músicos incontornáveis da África do Sul, como o Hugh Masakela, até nomes inesperados como os Young Marble Giants e, vamos lá, o próprio Brian Eno. Como é uma canção muito fácil e catchy, há resmas de versões pop, aproveitando as modas musicais. E, claro, a canção foi também muito popularizada pelo filme Rei Leão que, de resto, esteve, ainda que involuntariamente, na origem do reconhecimento de Solomon Linda como o criador de um dos maiores êxitos da música popular em todo o mundo, sem nunca ter recebido nem o crédito correspondente nem os respectivos royalties.
É muito difícil escolher apenas uma versão para pôr aqui. Decidi, apesar de tudo, pôr a do Brian Eno, porque foi quem despoletou esta entrada. Mas estas são absolutamente incontornáveis: a dos Solomon Linda And The Original Evening Birds, uma dos Ladysmith e outra da Miriam Makeba, e a dos Weavers, o grupo do Pete Seeger, e finalmente a dos Tokens, que transformaram uma canção do repertório folk num clássico da pop (optei por pôr apenas os clips do canal do FlorenCom, mas há no YouTube muitas alternativas destes mesmos artistas, nomeadamente com imagens gravadas)
Ребята, кто тут художники и просто люди увлекающиеся, кто нибудь знает Где подешевле можно покупать готовые холсты, кроме Передвижника и 3colora а? 150 рублей - ну это не серьезно же!
Друзья! Рад сообщить о завершении первого в нашем сообществе фотоконкурса "Теплые Мгновения"! В нем приняло участие 370 фотографий, а число оставленных комментариев составило более 2750! Завтра днем ждите результатов! Удачи и спасибо вам!
Dear friends! I'm glad to notify you that 1-st photocontest "Warm Moments" in our community is finished! There are 370 photos and more then 2750 comments! Tomorrow we will name the winners! Good Luck & Thank you!
Это та самая музыка, под которую Нужно танцевать Дурь, столь нами любимую.
А тексты! вы только послушайте тексты.
в общем Лучше один раз увидеть. Очень советую сходить на их концерт-шоу. ни разу не пожалеете, даже когда все следующие дни не будете чувствовать ни рук, ни ног, и будете глупо улыбаться мурлыкая себе под нос веселые куплеты из добрых юморных песен.
я не смогла выбрать лучшие фотографии, для меня это не представляется возможным. они так многолики. так что под катом около 150 фото. =) погодите меня ненавидеть. вы только посмотрите на них!!!
Включайте их музыку на Ласт ФМ или в Контакте - и наслаждайтесь )
очень надеюсь что вам понравится,
для меня эта музыка - находка. мой столь любимый сказочный мир, почти кино.добро.
город как будто сломан, ноябрьские аномалии погоды заставляют носиться из точки в точку в два раза быстрее, получить бы в подарок от доброго волшебника плащ-невидимку, хотя всё больше хочется ключ от шкафа в стене, от чьего нибудь сердца, потайного входа в один конец.
на эскалаторе спереди ехал мужчина с затылком похожим на шкуру шарпея, и я подумала, что если когда нибудь сниму кино о москве, то буду показывать одни затылки и спины, и там будет совсем не любовная история, просто в конце хеппи энд, в котором два разных человека найдут свои лица и голоса и будут очень счастливы...
Всё-таки истории про детей они забавные... Вот, например, история про Павлика Морозова меня очень впечатлила, в своё время. Кажается, мне так никто и не рассказал её в героическом варианте. И Павлику даже посчастливилось войти в историю этаким нарицательным персонажем. Конечно, мальчику из Баффоло Гров, пытавшемуся пожаловаться на своих родителей в полицию, уже не светит такая слава. В принципе, даже 29-летнему японскому мальчику из Касаи, облившему себя керосином и пытавшемуся спалить свой дом, потому что его мать выкинула модель человекоподобного робота, не удасться завоевать такую же славу, как Павлику.